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15 SET a 28 OUT
Entrada Livre
 

 

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O desenho como fio condutor
de toda a criação artística
AGOSTINHO SANTOS
Jornalista / Pintor
Presidente da Direção de Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural
e Coordenador do Projeto Onda Bienal

O desenho é a base de tudo na arte, o esqueleto, o fio condutor de toda a criação, que contempla emoções, ilusões, prazeres, angústias, desilusões e esperança.

O desenho corresponde, muitas vezes, a uma espécie de tapete voador que nos faz deambular e entrar por paisagens (ir)reais, palácios, ruas, vielas, pontes e monumentos e nos facilita o diálogo com reis, príncipes e gentes de todo o mundo, um mundo, um universo, que maioritariamente só nós alcançamos com a magia que o desenho nos proporciona.

Esta exposição, cuja maioria dos trabalhos resulta da Maratona do Desenho /48 horas a desenhar, promovida por Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural, integrada no Projeto Onda Bienal é, ou pretende ser, uma verdadeira viagem que nos convida a viver, ou a sobreviver, a novos mundos, a novas realidades e, quem sabe, a novas civilizações. A arte, e neste caso o desenho em particular, é também uma ponte que derruba fronteiras.
“Sacos de papel com arte” é tudo isto e muito mais, mas traduz sobretudo um desafio lançado ao homem forte da Fábrica de Papel Ponte Redonda, o senhor Américo Loureiro, que prontamente aceitou, integrando esta iniciativa que contempla obra de 30 artistas, no programa das comemorações dos 170 anos da sua fortificante instituição, a Ponte Redonda, que se dedica à fascinante criação de papel, um suporte tão precioso para todos os que se dedicam à criação artística.

Esta mostra é, ou pretende ser, um incentivo à continuidade do trabalho desenvolvido 
por Américo Loureiro, e também um outro incentivo, um grande incentivo, aos criadores para prosseguirem a misteriosa, mas simultaneamente aliciante tarefa de desenhar, se possível da arte do bem desenhar.
 
 

OFICINAS
Sacos de papel com arte
Grátis
 

de 15 setembro a 28 outubro

5ª feiras
GRÁTIS

 
marcação obrigatória
geral@museudopapel.org

» 5 participantes

Destinatários:
público em geral, comunidade escolar e família

 
 
  
 
 
Visitas grátis
 
Este ano as jornadas estão subordinadas ao tema Partilhar Memórias. No Museu do Papel Terras de Santa Maria, o dia-a-dia é o de uma jornada de trabalho do início do séc. XX, onde o visitante pode ouvir, cheirar, ver, mexer e "provar" como era a produção e fabrico de papel nesta região papeleira.

 

Reavivar continuamente a memória é fundamental para que o passado não seja esquecido, pois capacita-nos a atualizar impressões ou informações, fazendo com que a história se eternize na nossa consciência e se transmita de geração em geração. Partilhá-la entre as diferentes gerações, diferentes comunidades e diferentes países contribui para a construção de um mundo mais esclarecido, mais tolerante e melhor.

 http://w3.patrimoniocultural.pt/jep2018/public/view.php?id=2352

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




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