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22 fevereiro

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

visita o museu do papel
... desperta os teus sentidos!

 

 
município de santa maria da feira  

 março

  

exposição temporária

título:(sem título)

10 a 25 março

sala polivalente

 

As obras expostas partem de poemas de grandes poetas da língua oficial portuguesa, a exemplo do Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Corsino Fortes. Como fontes para sensibilizar as obras apresentadas, são disponibilizadas fontes artificiais para alterar as cores das obras que se apresentam. Interessa-nos aqui realçar as possibilidades mutantes da obra, através dos elementos gráficos que a materializam.
Este carácter de obra não estática permite uma relação obra-recetor, ficando a cargo deste último a definição da intensidade e da profundidade desse contacto e dos significados daí extraídos. Em síntese, o diálogo do objeto plástico com o recetor, abre uma dimensão a significados plurais que reforça, a relação obra – visitante.
 
Nota biográfica:
Francisco Mesquita nasceu em Vale de Vila, aldeia do concelho de São João da Pesqueira, tendo fixado a sua residência em Ílhavo, Aveiro.
Tem um percurso académico nas áreas da publicidade, do design e da tecnologia.
 
Tem-se interessado particularmente pela intersecção de campos do saber, envolvendo as áreas referidas. Alguns desses projetos são de âmbito académico, tal como aconteceu recentemente, em 2015, com o trabalho de conclusão do pós-doutoramento na Universidade de São Paulo, Brasil; outros, são desenvolvidos fora do universo da universidade.
 
Declaração do Artista:

O trabalho que apresento no Museu do Papel nasceu no âmbito desse último projeto que decorreu ao longo de dois anos. Ele espelha, porém, um percurso mais longo e que teve início há cerca de década e meia.
 
Foi então que nasceu um interesse no cruzamento de áreas do saber, aparentemente inconciliáveis mas, talvez por isso, muito sedutor e que me tem motivado.
 
Tenho, por isso, movido os meus interesses artísticos na intersecção de vários campos, entre os quais a tecnologia, o design, a publicidade e, mais recentemente, as artes plásticas e a literatura.
 
Utilizo pigmentos microencapsulados que são, em termos gerais, pequenas partículas que têm como princípio base o revestimento de micro partículas sólidas, líquidas ou gasosas, com determinadas características. Optei pelo trabalho com dois diferentes tipos: termocromáticos e fotocromáticos. 

 

   
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



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