agenda

aconteceu em 2018

 

 abril  

comemorações

 

 
No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, 18 de abril, o Museu Convento dos Lóios, em Santa Maria da Feira, e o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, inauguram a exposição conjunta de ilustração e caricaturas “O Cajado de Daghdha”, que reúne dois artistas do Eixo Atlântico.

 

A efeméride, que este ano tem como tema “Património Cultural: de geração em geração”, será também assinalada com visitas e oficinas gratuitas.
 
O Báculo de Daghdha”, em português “ O Cajado de Daghdha”, do ilustrador galego Norberto Fernández, é a primeira publicação de banda desenhada do Eixo Atlântico, que nasce da vontade de presentear os cidadãos da Eurorregião com uma publicação no âmbito dos 25 anos desta associação transfronteiriça.
 
O Castelo de Santa Maria da Feira, a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria e o presidente da Câmara, Emídio Sousa, integram esta história de aventuras, onde os protagonistas percorrem o Caminho Português de Lisboa a Santiago à procura de um tesouro.
 
No âmbito desta exposição conjunta, o Museu do Papel Terra de Santa Maria expõe os originais do livro de 48 páginas desta história de aventura, que tem como protagonistas personagens populares da Galiza e Portugal.
 
Por sua vez, o Museu Convento dos Lóios expõe o conjunto de caricaturas de todos os autarcas, alcaldes e alcaldesas pertencentes ao Eixo Atlântico aquando a comemoração dos 25 anos desta associação transfronteiriça – criações do caricaturista Adão Silva, natural de Braga.
 
A exposição “O Cajado de Daghdha” integra a programação da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico, que decorre em Santa Maria da Feira até ao final deste ano, e estará patente em ambos os museus até 1 de julho.
 
entrada livre
horário

3ª a 6ª
09h30 » 17h00
sáb e dom 14h30 » 17h30
  

 
 
   
 
 
 
19 abril

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 17 de maio
... e ainda em 28 de junho

  
 
 
   
 
 
 
 
 O Museu do Papel convidou todos aqueles que estiveram e estão ligados ao “papel”, a participarem nesta atividade, já que a História do papel foi e é feita por todos.
 

15h00 » 17h30

Grátis
confirmação de presença antecipadamente
tel.: 256 370 850
geral@museudopapel.org

 

Este ano as cantigas foram outras...
estiveram todos convidados a partilharem cantigas,
que marcavam outros tempos de trabalho.

Destinatários:

 

Antigos operários da indústria do papel, sacarias, assim como antigos proprietários de fábricas de papel.

 

 março 

 
 29 março

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 19 de abril
... e 17 de maio
... e ainda em 28 de junho

 
 
   
 
 

exposição temporária

título:(sem título)

10 a 25 março

sala polivalente

 

 

entrada livre

3ª a 6ª
09h30 » 17h00
sáb e dom 14h30 » 17h30
 

 

As obras expostas partem de poemas de grandes poetas da língua oficial portuguesa, a exemplo do Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Corsino Fortes. Como fontes para sensibilizar as obras apresentadas, são disponibilizadas fontes artificiais para alterar as cores das obras que se apresentam. Interessa-nos aqui realçar as possibilidades mutantes da obra, através dos elementos gráficos que a materializam.
Este carácter de obra não estática permite uma relação obra-recetor, ficando a cargo deste último a definição da intensidade e da profundidade desse contacto e dos significados daí extraídos. Em síntese, o diálogo do objeto plástico com o recetor, abre uma dimensão a significados plurais que reforça, a relação obra – visitante.
 
Nota biográfica:
Francisco Mesquita nasceu em Vale de Vila, aldeia do concelho de São João da Pesqueira, tendo fixado a sua residência em Ílhavo, Aveiro.
Tem um percurso académico nas áreas da publicidade, do design e da tecnologia.
 
Tem-se interessado particularmente pela intersecção de campos do saber, envolvendo as áreas referidas. Alguns desses projetos são de âmbito académico, tal como aconteceu recentemente, em 2015, com o trabalho de conclusão do pós-doutoramento na Universidade de São Paulo, Brasil; outros, são desenvolvidos fora do universo da universidade.
 
Declaração do Artista:

O trabalho que apresentei no Museu do Papel nasceu no âmbito desse último projeto que decorreu ao longo de dois anos. Ele espelha, porém, um percurso mais longo e que teve início há cerca de década e meia.
 
Foi então que nasceu um interesse no cruzamento de áreas do saber, aparentemente inconciliáveis mas, talvez por isso, muito sedutor e que me tem motivado.
 
Tenho, por isso, movido os meus interesses artísticos na intersecção de vários campos, entre os quais a tecnologia, o design, a publicidade e, mais recentemente, as artes plásticas e a literatura.
 
Utilizo pigmentos microencapsulados que são, em termos gerais, pequenas partículas que têm como princípio base o revestimento de micro partículas sólidas, líquidas ou gasosas, com determinadas características. Optei pelo trabalho com dois diferentes tipos: termocromáticos e fotocromáticos.
 
 

 fevereiro

22 fevereiro

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 29 de março

 

 janeiro

 
Oficinas e Workshops

construção de máscaras de papel

21 de janeiro e 3 de fevereiro

15h00 » 16h30

Neste workshop de construção de máscaras pretendeu-se colocar à prova as capacidades técnicas na criação plástica, mas também apelar à criatividade. As máscaras são um óptimo instrumento de fantasia, de caracterização e de teatro. Com papel seco construimos livremente volumes, obtendo uma forma final apelativa e expressiva. Rui Sousa, das Marionetas da Feira, partilhou todos os seus conhecimentos ao passar um testemunho útil nas magníficas criações.

Grupo alvo: 
Famílias

Marcação prévia obrigatória

Nº máximo de participantes:
 20

Custo de participação:
1,50 euros
 
  

 

  

 

instalação / mostra

 36 ANOS

 TECNICELPA
 
 
 6 a 31 de janeiro de 2018

3ª, 4ª, 5ª e 6ª 10h0»17h00
sáb. e dom. 14h30»17h70

 
 
 entrada livre
 
 

A Tecnicelpa, Associação dos Técnicos das Indústrias de Celulose e Papel, já no seu 36º ano de vida, decidiu resumir num bloco expositor a sua história e os momentos mais marcantes vividos ao longo deste período de existência. Com o propósito de divulgar a história e atividades da Associação, fazendo chegar a mais técnicos o trabalho desenvolvido e as vantagens da vivência associativa a novos potenciais sócios, a TECNICELPA fez circular esta instalação, pelas fábricas do setor e instituições a ela ligadas.

 

Aproximando-se o final do circuito de divulgação da história e das atividades que a Associação dos técnicos da Indústria de Celulose e do Papel desenvolve desde 1980, o seu encerramento decorre no Museu do Papel, como forma de homenagear aqueles que num passado mais longínquo também contribuíram para o desenvolvimento e da indústria do papel.

Voltar




Forminhas




procurar no site
mudar papel
papel 1 papel 2 papel 3 papel 3
aumentar letra
Diminuir letra Aumentar letra
destaque
VCapitalCultura

agenda do museu