agenda

aconteceu em 2018

 

 junho

 

 

 
No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, 18 de abril, o Museu Convento dos Lóios, em Santa Maria da Feira, e o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, inauguraram a exposição conjunta de ilustração e caricaturas “O Cajado de Daghdha”, que reúne dois artistas do Eixo Atlântico.
 
  O Báculo de Daghdha”,
em português
“ O Cajado de Daghdha”,
do ilustrador galego Norberto Fernández, é a primeira publicação de banda desenhada do Eixo Atlântico, que nasceu da vontade de presentear os cidadãos da Eurorregião com uma publicação no âmbito dos 25 anos desta associação transfronteiriça.
 
 O Castelo de Santa Maria da Feira, a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria e o presidente da Câmara, Emídio Sousa, integram esta história de aventuras, onde os protagonistas percorrem o Caminho Português de Lisboa a Santiago à procura de um tesouro.
 
 No âmbito desta exposição conjunta, o Museu do Papel Terra de Santa Maria expôs os originais do livro de 48 páginas desta história de aventura, que tem como protagonistas personagens populares da Galiza e Portugal.
 
 Por sua vez, o Museu Convento dos Lóios expôs o conjunto de caricaturas de todos os autarcas, alcaldes e alcaldesas pertencentes ao Eixo Atlântico aquando a comemoração dos 25 anos desta associação transfronteiriça – criações do caricaturista Adão Silva, natural de Braga.
 
 A exposição “O Cajado de Daghdha” integra a programação da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico, que decorre em Santa Maria da Feira até ao final deste ano, e esteve patente em ambos os museus até 1 de julho.
 
entrada livre
horário

3ª a 6ª
09h30 » 17h00

sáb e dom 14h30 » 17h30
 
 
    
 
 
 
 
 MISSÃO

A Acesso Cultura promove a melhoria das condições de acesso – nomeadamente físico, social e intelectual –
aos espaços culturais e à oferta cultural, em Portugal e no estrangeiro.

Barreiras físicas: Obstáculos naturais ou artificiais (estruturais) que impedem a aproximação, transferência ou circulação no espaço, mobiliário ou equipamento urbano de pessoas com mobilidade condicionada.

Barreiras sociais: situações sociais que possam constituir motivo de dificuldade no acesso aos espaços e à oferta cultural. Por exemplo: nível de escolaridade, iliteracia, desemprego, isolamento social, escassez de oferta cultural na zona onde uma pessoa reside, isolamento geográfico, cumprimento de pena judicial, etc.


Barreiras 
intelectuais: Barreiras que impeçam ou dificultem o usufruto pleno da oferta cultural por pessoas que: têm baixa literacia; não possuem conhecimento técnico e/ou científico especializado; têm deficiências ou limitações sensoriais – por exemplo, cegos, surdos; pessoas com défice de atenção; pessoas com deficiência intelectual; pessoas com condições do espectro autista; pessoas cuja primeira língua não é o português; e outras.


verdadeira igualdade de oportunidades pressupõe um acesso:

Direto
Imediato
Permanente
O mais autónomo possível

 

 

Museu Convento dos Lóios 
Nos Bastidores do Museu
19 a 22 de junho | 10h30 e 15h00 
Mais informações e marcação prévia 256 331 070

 

 
Museu do Papel
Um Olhar sobre as memórias da Indústria Papeleira
19, 21 e 22 de junho | 10h30 e 15h00
Mais informações e marcação prévia 256 370 850

 
   
 
 
 
junho

15 20h30_22h30
16 14h00_17h00
conjunto de duas sessões
 
22 20h30_22h30
23 14h00_17h00
conjunto de duas sessões
 
Estes Workshops são dedicados a um processo fotográfico histórico do séc. XIX, alternativo à indústria atual da fotografia. Consiste num processo simples, que tem no matiz azul (Azul da Prússia) a sua principal e distinta característica visual. Esta workshop de Cianotipia é dirigida a todos os que pretendam reviver o processo do séc. XIX, explorando um dos processos pioneiros da fotografia. 

3,00 euros p/sessão
n.º mínimo de participantes_5 pax
 
 
 

  

 

 7ª edição do projeto resultante da parceria existente entre o Museu do Papel e as escolas EB1 da Igreja e EB1 da Póvoa de Paços de Brandão.

Os trabalhos expostos apresentam a capacidade criativa e interpretativa dos alunos, mas também o apoio dos pais e familiares, que em conjunto potenciam a aprendizagem proporcionada pela escola, a identidade cultural do Museu do Papel, reforçando os laços de proximidade e de comunidade entre todos os intervenientes deste projeto.

 

 maio

 

11 maio 31 maio
entrada livre
horário

3ª_6ª 09h30 » 17h00
sáb_dom 14h30 » 17h30 
 
 
A presente exposição articula dois meios ou formas de expressão artística de cariz mais pessoal, os   
diários gráficos e os autorretratos, com vista a trazer uma reflexão sobre o que somos enquanto   
indivíduos e enquanto seres sociais. Numa visão de conjunto caraterizamo-nos na nossa 
  
 
identidade por um conjunto de interinfluências e experiências de vida, de heranças e de 
  
aprendizagens, de realidade e de imaginação.

Porque a arte e os livros são poderosos meios de comunicação, através deles podemos encontrar um espaço de liberdade, para expressar e manifestar os nossos sonhos, projetos e obras pessoais, e que de alguma maneira possam também fazer sentido a outros.

Nestes Diários Gráficos em exposição, trabalhados de forma pessoal pelos alunos de duas turmas do 1º ano da Escola Artística e Profissional Árvore, através do desenho, colagem, pintura, texto poético, prosa, etc. – elementos indispensáveis ao desenvolvimento da expressão pessoal, social e cultural de cada um, articularam a imaginação, razão e emoção, as vivências e as memórias, trazendo novas perspetivas, formas e densidades ao que é significante para cada um.

Também as representações de autorretratos, a partir de caraterísticas da personalidade e de aspetos culturais do meio envolvente que nos influenciam e nos identificam, são demonstrativas de modos de afirmação, de definição do eu perante os outros, e de caraterização da sua identidade singular entre os demais.
 
 
 
DESIGN MODA
 
Adriana Cruz Martins
Ana Beatriz Alves Chaves
Andreia Filipa Martins Ferreira
Andreia Raquel Vieira Lemos
Beatriz Resende Monteiro
Cláudia Sofia Barbosa da Silva
Diogo Maia da Costa
Eduarda Jesus Fernandes
Francisco José Félix Miguel
Helena Rosa dos Santos
Íris Alves Silva
Lívia Rainha Morais
Mafalda Vieira de Sousa
Maria Leonor Lopes Ferreira
Mariana Pereira Valente
Rafael Leite Azevedo
Renata Monteiro Santos
Sara Augusto Rodrigues Sousa
Sara Catarina Gaspar de Sousa
Vânia Oliveira Marques
Vânia Raquel Sousa Alves
Vitória Manuela Moreira Leal
Yara Stefany Varela da Silva
 
DESIGN GRÁFICO

Ruben Miguel Oliveira Castro
Ana Catarina Rodrigues Cerqueira
Ana Filipa da Silva Costa
Ana Rafaela Oliveira Ribeiro
Andreia Ferreira Lopes
Bruna Ferreira dos Santos
Bruna Filipa Monteiro Teixeira
Carlos Alexandre Vilarinho Pereira
Cristiana Isabel Cardoso de Almeida
Daniela Filipa Pereira Loureiro
Diogo Alexandre Alves Barbosa
Fabiana da Silva Mesquita
Francisco José Ferreira Pinto
Gonçalo José Freitas Santos
Ivone Maria Melo Nunes
Joana Maria Gomes Moreira
João Pedro Marçal Vinagre
Júlia Catarina Dias Silva
Lara Celeste Ferreira Oliveira
Mariana Silva Martins de Sousa
Martinha Inês Coutinho Teixeira
Nara Filipa Fernandes Carneiro
Ricardo Jorge Nogueira Flores
Tiago Alexandre da Silva Azevedo
Vasco José Vieira Maia
 
 
 
 
comemorações do dia internacional dos museus
 
 
 
 
   
 
 
 
 
 
19 maio
noite europeia dos museus
entrada livre
horário

22h00 » 02h00

O turno desta noite
terá uma cor e um final diferente.

A cor é conseguida pela exposição pontual de marionetas ao longo do percurso da visita que vão encaminhando tematicamente os visitantes numa romagem até ao momento final.

Após a visita aos diversos espaços do museu, o público é remetido ao local onde encerra a visita. Aqui é apresentada uma função de teatro de marionetas inspirada nas que eram feitas há mais de 100 anos. Diz-se que grupos de bonecreiros e artistas ligados à arte das marionetas animavam os finais de grandes safras laborais, bem como as romarias e feiras populares. Eram a alegria do comum trabalhador e do povo. 

Quem dava as melodias para as animações com as marionetas eram trupes de músicos que criavam a banda sonora em tempo real, semelhante ao que acontecia no cinema mudo.

Neste turno Rui Sousa recria as estruturas da época bem como os temas explorados à época e João Sylva ilustra musicalmente com instrumentos acústicos e eletro-acústicos.

Cria-se então o ambiente propício de lazer ao público que simboliza o povo que encerra um turno de trabalho.

 
   
 
  
18 maio
dia internacional dos museus
visitas grátis
entrada livre
horário

09h30 » 17h00
 

 

 O Dia Internacional dos Museus, anualmente celebrado a 18 de maio, foi criado em 1977 pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, com o objetivo de promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos Museus no seu desenvolvimento. 

 

 

Neste sentido, para 2018, o ICOM propõe o seguinte tema:

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos.

 

Os museus, enquanto parte integrante das suas comunidades, não podem alhear-se da rede global de conexões que caracteriza a sociedade contemporânea, quer no que respeita ao modo de interpretar e apresentar os seus acervos, quer no que se refere aos meios utilizados para cativar novos públicos. A digitalização das coleções, a presença de elementos multimédia nas exposições ou o hashtag são apenas alguns dos recursos proporcionados pelas novas tecnologias.

No entanto, a hiperconectividade dos museus deve ser também entendida no sentido de estes alcançarem uma aproximação mais abrangente aos vários setores da sociedade, cada vez mais sujeita a transformações, nomeadamente com o aparecimento de novas minorias, grupos étnicos ou instituições locais.

   
 
17 maio
comemorações do dia internacional dos museus

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 28 de junho

 

 
 abril  

comemorações

 

 
No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, 18 de abril, o Museu Convento dos Lóios, em Santa Maria da Feira, e o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, inauguram a exposição conjunta de ilustração e caricaturas “O Cajado de Daghdha”, que reúne dois artistas do Eixo Atlântico.

 

A efeméride, que este ano tem como tema “Património Cultural: de geração em geração”, será também assinalada com visitas e oficinas gratuitas.
 
O Báculo de Daghdha”, em português “ O Cajado de Daghdha”, do ilustrador galego Norberto Fernández, é a primeira publicação de banda desenhada do Eixo Atlântico, que nasce da vontade de presentear os cidadãos da Eurorregião com uma publicação no âmbito dos 25 anos desta associação transfronteiriça.
 
O Castelo de Santa Maria da Feira, a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria e o presidente da Câmara, Emídio Sousa, integram esta história de aventuras, onde os protagonistas percorrem o Caminho Português de Lisboa a Santiago à procura de um tesouro.
 
No âmbito desta exposição conjunta, o Museu do Papel Terra de Santa Maria expõe os originais do livro de 48 páginas desta história de aventura, que tem como protagonistas personagens populares da Galiza e Portugal.
 
Por sua vez, o Museu Convento dos Lóios expõe o conjunto de caricaturas de todos os autarcas, alcaldes e alcaldesas pertencentes ao Eixo Atlântico aquando a comemoração dos 25 anos desta associação transfronteiriça – criações do caricaturista Adão Silva, natural de Braga.
 
A exposição “O Cajado de Daghdha” integra a programação da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico, que decorre em Santa Maria da Feira até ao final deste ano, e estará patente em ambos os museus até 1 de julho.
 
entrada livre
horário

3ª a 6ª
09h30 » 17h00
sáb e dom 14h30 » 17h30
  

 
 
   
 
 
 
19 abril

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 17 de maio
... e ainda em 28 de junho

  
 
 
   
 
 
 
 
 O Museu do Papel convidou todos aqueles que estiveram e estão ligados ao “papel”, a participarem nesta atividade, já que a História do papel foi e é feita por todos.
 

15h00 » 17h30

Grátis
confirmação de presença antecipadamente
tel.: 256 370 850
geral@museudopapel.org

 

Este ano as cantigas foram outras...
estiveram todos convidados a partilharem cantigas,
que marcavam outros tempos de trabalho.

Destinatários:

 

Antigos operários da indústria do papel, sacarias, assim como antigos proprietários de fábricas de papel.

 

 março 

 
 29 março

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 19 de abril
... e 17 de maio
... e ainda em 28 de junho

 
 
   
 
 

exposição temporária

título:(sem título)

10 a 25 março

sala polivalente

 

 

entrada livre

3ª a 6ª
09h30 » 17h00
sáb e dom 14h30 » 17h30
 

 

As obras expostas partem de poemas de grandes poetas da língua oficial portuguesa, a exemplo do Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Corsino Fortes. Como fontes para sensibilizar as obras apresentadas, são disponibilizadas fontes artificiais para alterar as cores das obras que se apresentam. Interessa-nos aqui realçar as possibilidades mutantes da obra, através dos elementos gráficos que a materializam.
Este carácter de obra não estática permite uma relação obra-recetor, ficando a cargo deste último a definição da intensidade e da profundidade desse contacto e dos significados daí extraídos. Em síntese, o diálogo do objeto plástico com o recetor, abre uma dimensão a significados plurais que reforça, a relação obra – visitante.
 
Nota biográfica:
Francisco Mesquita nasceu em Vale de Vila, aldeia do concelho de São João da Pesqueira, tendo fixado a sua residência em Ílhavo, Aveiro.
Tem um percurso académico nas áreas da publicidade, do design e da tecnologia.
 
Tem-se interessado particularmente pela intersecção de campos do saber, envolvendo as áreas referidas. Alguns desses projetos são de âmbito académico, tal como aconteceu recentemente, em 2015, com o trabalho de conclusão do pós-doutoramento na Universidade de São Paulo, Brasil; outros, são desenvolvidos fora do universo da universidade.
 
Declaração do Artista:

O trabalho que apresentei no Museu do Papel nasceu no âmbito desse último projeto que decorreu ao longo de dois anos. Ele espelha, porém, um percurso mais longo e que teve início há cerca de década e meia.
 
Foi então que nasceu um interesse no cruzamento de áreas do saber, aparentemente inconciliáveis mas, talvez por isso, muito sedutor e que me tem motivado.
 
Tenho, por isso, movido os meus interesses artísticos na intersecção de vários campos, entre os quais a tecnologia, o design, a publicidade e, mais recentemente, as artes plásticas e a literatura.
 
Utilizo pigmentos microencapsulados que são, em termos gerais, pequenas partículas que têm como princípio base o revestimento de micro partículas sólidas, líquidas ou gasosas, com determinadas características. Optei pelo trabalho com dois diferentes tipos: termocromáticos e fotocromáticos.
 
 

 fevereiro

22 fevereiro

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 29 de março

 

 janeiro

 
Oficinas e Workshops

construção de máscaras de papel

21 de janeiro e 3 de fevereiro

15h00 » 16h30

Neste workshop de construção de máscaras pretendeu-se colocar à prova as capacidades técnicas na criação plástica, mas também apelar à criatividade. As máscaras são um óptimo instrumento de fantasia, de caracterização e de teatro. Com papel seco construimos livremente volumes, obtendo uma forma final apelativa e expressiva. Rui Sousa, das Marionetas da Feira, partilhou todos os seus conhecimentos ao passar um testemunho útil nas magníficas criações.

Grupo alvo: 
Famílias

Marcação prévia obrigatória

Nº máximo de participantes:
 20

Custo de participação:
1,50 euros
 
  

 

  

 

instalação / mostra

 36 ANOS

 TECNICELPA
 
 
 6 a 31 de janeiro de 2018

3ª, 4ª, 5ª e 6ª 10h0»17h00
sáb. e dom. 14h30»17h70

 
 
 entrada livre
 
 

A Tecnicelpa, Associação dos Técnicos das Indústrias de Celulose e Papel, já no seu 36º ano de vida, decidiu resumir num bloco expositor a sua história e os momentos mais marcantes vividos ao longo deste período de existência. Com o propósito de divulgar a história e atividades da Associação, fazendo chegar a mais técnicos o trabalho desenvolvido e as vantagens da vivência associativa a novos potenciais sócios, a TECNICELPA fez circular esta instalação, pelas fábricas do setor e instituições a ela ligadas.

 

Aproximando-se o final do circuito de divulgação da história e das atividades que a Associação dos técnicos da Indústria de Celulose e do Papel desenvolve desde 1980, o seu encerramento decorre no Museu do Papel, como forma de homenagear aqueles que num passado mais longínquo também contribuíram para o desenvolvimento e da indústria do papel.

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